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Seg, 22 de Novembro de 2010 13:43 |
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Um dos principais vilões dos corredores é a dor no calcanhar conhecido como “Esporão de Calcâneo”
O esporão é uma formação óssea reativa em forma de espícula óssea, na região do calcanhar onde se dá o apoio ao solo, no músculo flexor curto dos dedos. Surge em conseqüência de micro traumas e de transtornos estáticos e dinâmicos dos pés, pés planos e valgos e do encurtamento de toda a musculatura posterior da perna e da planta dos pés. O diagnostico é feito através do exame de raios-X para comprovar o esporão. O dor é local e ocorre durante e após a corrida.
A reabilitação é realizada logo após o diagnóstico e consistem em adequação do treino, alongamentos da musculatura envolvida, reforço da musculatura intrínseca dos pés e o uso do ultra-som terapêutico.
* Alessandra Othechar – Ação Total Assessoria Esportiva |
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Seg, 02 de Agosto de 2010 08:31 |
 A síndrome do trato ou banda iliotibial éu uma inflamação na musculutura externa da coxa que abrange desde o osso ilíaco, na região do quadril, até a tíbia, perto do joelho. Geralmente, o problema surge em corredores que possuem diferença no comprimento das pernas, fator que sobrecarrega a perna mais curta. De acordo com a fisioterapeuta especializada em reabilitacão do esporte e responsável pela clínica Toq Fisioterapia e terapia manual, Patricia Bruschi, outras situações também contribuem para a manifestação da lesão. "É uma lesão comum em corredores que tem pouco tempo de pratica e que correm regularmente em torno de 15 km por semana. Correr em descidas ou pisos irregulares, pronação do pé, encurtamento do trato ou por joelhos muito arqueados para fora, também são situações que favorecem o aparecimento do problema", explica. A especialista dá algumas dicas para tratar a lesão: - Repouso, diminuição de volume de corrida e evitar descidas; - Crioterapia; - Analgesia; - Terapia manual para a liberação do trato iliotibial; - Fortalecimento global para o reequilíbrio neuromuscular; - Cuidado com o piso, procurando variar e evitando piso muito rígido e irregular; - Alongamentos (para o realinhamento das fibras). |
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Dom, 25 de Julho de 2010 10:12 |
 O nome assusta tanto quanto própria lesão em si. A também conhecida como "joelho de corredor", trata-se de uma dor muito intensa no joelho, gerada pelo atrito entre o osso do fêmur e a patela. Esse atrito, por sua vez, só acontece quanto a cartilagem patelar, localizada entre os dois ossos, não está em perfeitas condições. "Essa lesão está associada a uma disfunção do músculo quadríceps e outros que compõem a mesma região. Logo, o excesso de atividade física, como a sobrecarga de peso ou corridas excessivas, são frequentes agentes etiológicos da condromalácia patelar em praticantes das mais variadas modalidades esportivas, e acomete principalmente mulheres e jovens", explica a fisioterapeuta especializada em reabilitacão do esporte e responsável pela clínica Toq Fisioterapia e terapia manual, Patricia Bruschi.
De acordo com a fisioterapeuta, a lesão é caracterizada por dor, edema e uma desconfortável sensação rangedora, assim como por o aumento da sensibilidade local, mais comum na superfície abaixo da patela. O problema é grave: a condromalácia não tem cura. Entretanto, é possível prevenir o surgimento da lesão e, no caso de diagnóstico da doença, retardar a degeneração da cartilagem patelar e até melhorar o quadro do paciente. Ou seja, você não precisa pendurar seus tênis de corrida.
Confira, abaixo, algumas dicas sobre como prevenir e amenizar os sintomas da condromalácia.
Como prevenir
- Uso do tênis correto para o seu tipo de pé;
- Evite os declives nos cantos das ruas;
- Corra sobre superfícies mais macias;
- Evite correr ladeira abaixo;
- Reduza atividades ciclísticas do seu treinamento, ou use uma cadência maior com menor resistência;
- Faça um aquecimento completo incluindo exercícios de fortalecimento dos quadríceps e vasto medial. Alongue quadríceps e panturrilhas. Evite flexionar mais de 90 graus os joelhos e muito cuidado com os agachamentos.
Como amenizar os sintomas
Tratamento:
- Repouso ou diminuição da atividade física;
- Analgesia (fisioterapia ortopédica);
- Calor;
- Exercícios de Fortalecimento para o Quadríceps, Vasto medial, Flexores e Adutores e abdutores de Quadril;
- Alongamento, principalmente para os isquiostibiais e trato íleotibial.
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Ter, 06 de Julho de 2010 02:15 |
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O nome assusta muitos corredores de médias e longas distâncias, mas também jgoadores de futebol, tenistas, ciclistas e ginastas. Além de ocorrer em atletas de ambos os sexos, a também conhecida Periostite Medial da Tíbia ou Síndrome do Estresse Tibial Medial é uma inflamação que se dá na área abaixo do joelho e acima do tornozelo, e atinge os tendões e músculos daquela região. Seu principal sintoma é a dor em queimação na canela, logo após a corrida, que, em fases iniciais, pode melhorar com o aquecimento, entretanto, se o quadro for mais grave, o corredor pode sentir dores constantes durante a prática da corrida, sendo comum, inclusive, a evolução desta lesão para uma fratura por estresse.
De acordo com a fisioterapeuta especializada em reabilitação do esporte e responsável pela clínica Toq Fisioterapia e Terapia Manual, Patrícia Bruschi, diversos fatores são responsáveis pelo surgimento da canelite. "A sobrecarga de treino e impacto repetido da corrida é o principal deles, mas podemos citar também a fraqueza do músculo tibial anterior e fibular, quando não incluído em um treino de fortalecimento, a pisada errada, o uso constante de calçados irregulares ao tipo de pé de cada corredor. Esses fatores, aliados ao tipo de solo muito rígido, como o concreto ou o asfalto, são tendenciosos ao surgimento deste tipo de lesão", explica Patrícia.
Como tratar
É importante informar que a base do tratamento da canelite é a fisioterapia com o objetivo de diminuir a inflamação e a dor, e aceleraro processo de cicatrização dos tecidos lesionados. Para quem já teve (ou ainda tem) este problema, a especialista ensina a tratar. "É recomendável o repouso da corrida durante o período de dor intensa, mas exercícios que evitem o impacto, como corrida na água, uma nova técnica implementada nas principais academias do país, além da bicicleta, estão liberados. Recomenda-se, também, a crioterapia, que nada mais é do que uma aplicação de gelo por, no máximo, 20 minutos na região da dor, de 2 a 3 vezes por dia", orienta Bruschi.
Como prevenir
A fisioterapeuta afirma que a melhor forma de prevenir o surgimento da canelite é trabalhar o fortalecimento do músculo tibial anterior e flexores do pé. "É interessante que o corredor realize um trabalho de alongamento da músculatura posterior das pernas". Exercícios de força também ajudam. Escolher o calçado adequado para seu tipo de pisada, trocar as ruas por grama, esteira e terra batida também são obrigações do corredor atento. "Além de todas essas precauções, siga à risca as orientações de seu treinador. Ele sabe o equilíbrio entre duração, distância e frequência de seu treino. Tenha paciência e persitência", finaliza Patrícia. |
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